Essa semana eu estava passando de carro e observei um rapaz na rua. Ele vinha andando cabisbaixo, ar preocupado, com um cigarro na boca, que tragava com uma ânsia tal que me chamou a atenção. Quando foi que nos tornamos reféns de coisas tão fúteis como a fumaça de um cigarro na esperança de achar algum conforto?
Fiquei com pena do rapaz. Há mais do que fumaça para nos preencher.
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