Estamos vivendo uma época de "culto ao consumo". Cada vez mais a sociedade valoriza o ter, mesmo que a pessoa "tenha que ter" coisas de que ela absolutamente não precisa.
Interessante é perceber que a maioria das nossas "necessidades urgentes" são geradas pela mídia. Coisas que você nunca imaginou precisar de repente fazem uma falta absurda na sua vida (mesmo que você nunca tenha percebido antes).
E aí eu penso sobre esse vazio intenso que cada ser humano carrega dentro de si. Na verdade um vazio do tamanho de Deus, e que portanto só pode ser preenchido por Ele. Mas a mídia tem aquela função de nos contar que seremos felizes e realizados se tivermos o carro tal, usarmos o perfume tal, ou formos clientes do banco tal, e por aí vai...
Para a mídia, quanto mais desestruturado e infeliz estiver o indivíduo, melhor! Ele vai consumir mais, para compensar suas frustrações, e eu penso que é por isso mesmo que a mídia investe tão pesadamente contra a família. A ideia é que as pessoas estejam sós, que as uniões sejam descartáveis, e que a família, sempre tida como a base da sociedade, esteja desestruturada. Essa desestruturação vai gerar... mais consumo!
Um indivíduo em família é mais reflexivo. Ele não consome por estar deprimido ou frustrado. Ele sabe que é amado por seu cônjuge e filhos, tem um papel no seu lar, então está ciente de sua importância pessoal. Ele vai consumir o que quer, e não o que a mídia "quer que ele queira".
Assim, tudo o que for contrário a unidade familiar, será amplamente propagado pela mídia! E de tanto bombardeio, muitas famílias sucumbem.
"É preciso estar atento e forte!"
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